III Encontro STEAM

INSCRIÇÕES LIMITADAS: 165
Science, Technology, Engineering, Arts, Mathematics
21 de março de 2026
Escola Secundária António Sérgio, Vila Nova de Gaia

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50.00

Workshops de manhã
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Workshops de tarde
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21 de março de 2026

  • AS INSCRIÇÕES NO SEMINÁRIO ENCERRAM A 15 DE MARÇO


     

  • 08:15 - Abertura do Secretariado
  • 09:00h - Sessão de abertura

    APECV

    Escola Secundária António Sérgio

    Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia

  • 09:15 - 1ª Conferência de Abertura

    Cristina Cusenza,  Associate Project Officer, Culture and Education Intersectoral Programme, Cultural Policies and Development Entity, Culture Sector, UNESCO (a confirmar)

  • 10:00h - Coffee-break

    Coffee-break

  • 10:30h - Workshops manhã
    • Workshop 01 ARTMAT | Os triângulos de Kandinsky (grupos 110, 230, 240, 600)
    • Workshop 02Abelhas STEM: Materiais manipuláveis e digitais para exploração da vida das abelhas (grupos 110, 230)
    • Workshop 03Modelos geométricos em bambu (grupos 600, 240, 500, 530)
    • Workshop 04Riscar Fora do Plano: O problema do triângulo retângulo na geometria esférica (grupos 600, 240, 500, 530)
    • Workshop 05Música com números (grupos 100, 110, 250, 910, M28 e M32)
    • Workshop 06Ecoprint – interligações entre a Biologia, a Química e as Artes Visuais (grupos 510, 520, 600)
    • Workshop 07Ondas/Sismos – Geologia e Física na mesma Onda! (grupos 510 e 520)
    • Workshop 08Exploração de recursos LED – Programação de dispopsitivos (grupos 500 e 510)
    • Workshop 09Matemática nos primeiros anos: da resolução de problemas à criatividade (grupos 100 e 110)
    • Workshop 10 – Um Pedaço de Céu Dentro da Sala: o planetário artesanal enquanto recurso pedagógico na educação pré‑escolar e no 1.º CEB (grupos 100, 110, 120 e 910)
    • Workshop 11 – Passarada: Diálogos transdisciplinares (ensinos básico e secundário)
  • 12:30h - Almoço (oferta)

    Almoço (oferta)

  • 14:30h - Workshops tarde
    • Workshop 01 ARTMAT | Os triângulos de Kandinsky (grupos 110, 230, 240, 600)
    • Workshop 02Abelhas STEM: Materiais manipuláveis e digitais para exploração da vida das abelhas (grupos 110, 230)
    • Workshop 03Modelos geométricos em bambu (grupos 600, 240, 500, 530)
    • Workshop 04Riscar Fora do Plano: O problema do triângulo retângulo na geometria esférica (grupos 600, 240, 500, 530)
    • Workshop 05Música com números (grupos 100, 110, 250, 910, M28 e M32)
    • Workshop 06Ecoprint – interligações entre a Biologia, a Química e as Artes Visuais (grupos 510, 520, 600)
    • Workshop 07Ondas/Sismos – Geologia e Física na mesma Onda! (grupos 510 e 520)
    • Workshop 08Exploração de recursos LED – Programação de dispopsitivos (grupos 500 e 510)
    • Workshop 09Matemática nos primeiros anos: da resolução de problemas à criatividade (grupos 100 e 110)
    • Workshop 10 – Um Pedaço de Céu Dentro da Sala: o planetário artesanal enquanto recurso pedagógico na educação pré‑escolar e no 1.º CEB (grupos 100, 110, 120 e 910)
    • Workshop 11 – Passarada: Diálogos transdisciplinares (ensinos básico e secundário)

     

  • 16:00h - Conferência de Encerramento

    Recôndita Harmonia, Professor Carvalho Rodrigues, Universidade da Beira Baixa

  • 17:15h - Sessão de Encerramento e Momento Cultural
  • ORGANIZAÇÃO:

  • APOIOS:

A inscrição no seminário inclui:

  • Coffee-break
  • Almoço
  • Pasta com documentação do seminário
  • Certificado (ACD)
  • Fernando Carvalho Rodrigues

    Fernando Carvalho Rodrigues, licenciou-se em Física pela Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa (1969) e recebeu o doutoramento em Engenharia Eletrotécnica (1974) pela Universidade de Liverpool. Foi Professor Catedrático Convidado do Instituto Superior Técnico (1986-1996), Professor Catedrático e Diretor da Faculdade de Ciências de Engenharia da Universidade Independente e seu Pró-Reitor para a Investigação (1995-2005), e Coordenador da Área Científica das Tecnologias da Escola Superior de Design do IADE – Instituto de Artes Visuais, Design e Marketing (2012-2016) da qual é Professor Emérito.   Colaborou na implantação da Universidade da Beira Interior (UBI), sendo sucessivamente membro dos Conselhos Científicos do Instituto Politécnico da Covilhã, do Instituto Universitário da Beira Interior e da UBI pela qual é doutor Honoris Causa (1995).
    Destacou-se nas áreas de ótica, optoelectrónica e teoria da informação, e liderou o consórcio PoSAT, que em 1993 lançou o primeiro satélite português. Tem cerca de duzentas publicações internacionais, e sete livros editados em Portugal, nos EUA e na Federação Russa com temas que vão da segurança dos lasers a modelos matemáticos de combate e a reflexões sobre o futuro das tecnologias. É autor de 6 patentes e orientou 16 estudantes de doutoramento.
    Foi Diretor do Programa Científico da NATO (1999-2012), vogal do EuroDefense Portugal (1998-2012), Vice-Presidente do Conselho Estratégico da EMPORDEF-Empresa Portuguesa de Defesa (1997-1999) e o primeiro coordenador português para o projeto Eureka (1984-1985). É sócio fundador da Sociedade Portuguesa de Física (1976) e membro de diversas sociedades e academias científicas, em Portugal, nos EUA, na Federação Russa e internacionais. Foi galardoado com o Prémio Pfizer (1977) e o Prémio Gulbenkian de Ciência e Tecnologia (1978 e 1982). Recebeu o Albert J. Myer Achievement Award (1996), a comenda da Ordem Militar de Santiago da Espada (1992) e a medalha de Mérito Científico (2023) atribuída pelo MCTES.

  • Cristina Cusenza

    Cristina Cusenza,  Associate Project Officer, Culture and Education Intersectoral Programme, Cultural Policies and Development Entity, Culture Sector, UNESCO (a confirmar)

    Anthropologist and cultural professional with experience in the fields of cultural policy and development, currently contributing to the coordination of UNESCO’s Intersectoral Team on Culture and Education at UNESCO Headquarters, in line with Intersectoral Programme 1: Learning for Diversity. I was previously based in Nairobi, Kenya, at the UNESCO Regional Office for Eastern Africa, providing technical assistance to thirteen countries to implement measures to preserve their cultural and natural heritage, safeguard intangible cultural heritage practices, museum collections, as well as to promote dynamic cultural sectors through policy support, capacity building and partnership development, including in the context of emergencies. I also contributed to the implementation of different UNESCO projects to promote the rights and linguistic and cultural heritage of Indigenous Peoples, as well initiatives supporting countries to advance peace and human rights education.

    UNESCO Framework for Culture and Arts Education: https://www.unesco.org/en/culture-education

    UNESCO’s work on Culture and Education: https://www.unesco.org/en/culture-education?hub=71580

  • Workshop 01 - ARTMAT | Os triângulos de Kandinsky (grupos 110, 230, 240, 600)

    Carlos Gomes (APEVT) e Renata Carvalho (APM)

    O objetivo desta sessão é familiarizar os participantes com metodologias de ensino com base em estratégias ativas, passíveis de implementação na sala de aula, que articulem aprendizagens de matemática e artes visuais, proporcionando momentos de exploração e apropriação do uso expressivo das técnicas, assim como, de momentos de análise e argumentação matemática acerca de relações numéricas e geométricas, o raciocínio espacial e a modelação geométrica para resolver problemas. 

    Na sessão serão propostos dois desafios inspirados nas obras de Wassily Kandinsky que envolvem do ponto de vista da matemática: reconhecer, compor e decompor formas e figuras no plano e o vocabulário geométrico que inclui o círculo, o semicírculo, o ângulo e as linhas direitas, etc.; identificar, representar, classificar e construir triângulos; usar o conceito de perímetro e relacionar a medida do perímetro com as possibilidades de construção de triângulos e as propriedades dos números; e relacionar conhecimentos sobre medida (perímetro) múltiplos de 3 e divisibilidade por 3.  Do ponto de vista das artes visuais, estes desafios, promovem a fruição, a contextualização e a experimentação visual e plástica e suscitam a perceção e a organização do espaço bidimensional tendo em vista uma composição personalizada inspirada nos elementos estruturante da obra do artista. Uma composição pode ser um jogo de relações entre formas, cor, movimento, contraste, etc. Essas explorações podem transmitir sensações, harmonia, frescura, desordem dependendo das relações que se estabelecem entre as partes que compõem a obra. 

  • Workshop 02 - Abelhas STEM: Materiais manipuláveis e digitais para exploração da vida das abelhas (grupos 110, 230)

    Neusa Branco e Bento Cavadas, Escola Superior de Educação de Santarém, Instituto Politécnico de Santarém

    Nesta sessão prática será apresentada e discutida uma proposta de trabalho designada “Abelhas STEM”. Esta proposta interdisciplinar explora conexões entre a matemática e as ciências, promove o uso de tecnologia, de materiais manipuláveis e o desenvolvimento de competências transversais. O trabalho a realizar foca-se na análise das características dos alvéolos do favo produzido pelas abelhas, uma estrutura que oferece várias oportunidades de abordagem interdisciplinar. Ao longo da sessão, os participantes irão utilizar materiais físicos e digitais para formular e testar conjeturas e testar modelos. Na primeira parte, irão realizar tarefas para identificar as vantagens da forma hexagonal dos alvéolos, em comparação com outras figuras regulares. Na segunda parte, irão explorar alguns aspetos da forma tridimensional dos alvéolos, para uma melhor compreensão da estrutura do favo. A terceira parte será dedicada a uma atividade com objetos robóticos simples que explora o modo como as abelhas comunicam entre si a existência de uma fonte de alimento que detetaram no exterior da colmeia. No final da sessão, ocorrerá uma discussão sobre a transposição das tarefas propostas para os contextos dos participantes e o potencial desse trabalho para a aprendizagem dos alunos em matemática e ciências.

  • Workshop 03 – Modelos geométricos em bambu (grupos 600, 240, 500, 530)

    Luís Mateus (APROGED) e Pedro Macias Marques (APM)

    Estudar as simetrias de algumas formas geométricas a partir de modelos tridimensionais produzidos com canas de bambu e respetivas representações gráficas.

    Metodologia:

    1. Após uma introdução sobre formas e transformações geométricas, a sessão continuará com a construção de estruturas modulares em bambu.
    2. As formas modulares produzidas na fase anterior serão assembladas para gerar formas tridimensionais. Deverão formar-se quatro grupos de cinco participantes. Cada grupo irá articular as formas modulares de modo a originar uma pirâmide.
    3. Nesta parte da sessão os participantes deverão produzir um conjunto de desenhos geométricos em suporte à escolha do participante (analógico ou digital) que melhor traduzam as simetrias das formas compostas construídas. 
    4. Após a produção destes desenhos, deverá proceder-se a uma pequena investigação sobre as simetrias destas formas. Isto pode ser feito através da identificação, nos desenhos, dos centros (eixos) de simetria de rotação, eixos (planos) de simetria de reflexão, e centro (caso exista) de simetria central. No final poderá ser introduzida a noção de grupo de simetria. E procurar outros conteúdos matemáticos que possam surgir de modo inesperado.

  • Workshop 04 - Riscar Fora do Plano: O problema do triângulo retângulo na geometria esférica (grupos 600, 240, 500, 530)

    Helena Mena Matos, Universidade do Porto, Departamento de Desenho da Faculdade de Belas Artes

    Vasco Cardoso, Departamento de Matemática da Faculdade de Ciências

    Este workshop foi pensado com os objetivos de criar um ambiente experimental para explorar conceitos e resultados da geometria esférica através de atividades baseadas no desenho e demonstrar aos professores do 3.º Ciclo do Ensino Básico e Secundário a viabilidade desta experiência interdisciplinar, e outras homólogas, em contexto de sala de aula.

    O tema é o conceito de triângulo retângulo sobre a superfície da esfera, essencial para enunciar o teorema de Pitágoras esférico. A generalização de um triângulo retângulo no plano conduz a discrepâncias entre os triângulos retângulos no plano e na geometria esférica. A tarefa é explorar definições alternativas de triângulo retângulo na esfera que se alinhem mais de perto com os seus equivalentes no plano euclidiano. Para tal, a exploração proposta assenta em atividades que convoquem um raciocínio espacial pelo desenho.

    O workshop começa com a aprendizagem do desenho da esfera, introduzindo o conceito de projeção, utilizando o modelo derivado do estudo das secções cónicas. Em seguida, são explorados alguns princípios fundamentais da geometria esférica empregando três escalas, três ferramentas de desenho e três suportes distintos: uma esfera de Lénárt, o papel e um quadro. Com as mesmas ferramentas, avança-se para a exploração do triângulo retângulo esférico. Assim, o tema das projeções, tão presente no desenho, atuará de forma transversal ao longo de todo o tempo de aplicação da atividade. (adaptado de publicação, no prelo; uma edição i2ADS)

  • Workshop 05 – Música com números (grupos 100, 110, 250, 910, M28 e M32)

    Manuela Encarnação e Liliana Eira, APEM

    Neste workshop, iremos explorar a fascinante relação entre a Música e a Matemática, evidenciando como estas duas áreas do conhecimento se interligam e podem ser integradas de forma enriquecedora nos primeiros anos de escolaridade.

    A proposta formativa não atribui primazia a nenhuma das áreas, mas promove antes uma complementaridade entre ambas. A Música e a Matemática, pela sua natureza intrinsecamente interligada, possuem um enorme potencial para, em conjunto, favorecer o desenvolvimento das literacias musical e matemática, permitindo a apropriação de conceitos fundamentais e estruturantes de cada domínio.

    Ao longo da sessão, iremos focar-nos em temáticas como Números, Álgebra, Timbre, Ritmo, Altura e Forma, através de estratégias de ensino comuns que incentivam a experimentação, a interpretação e a reflexão. Este será um espaço para se explorarem e construírem abordagens inovadoras e integradoras, inspirando práticas que aliam a criatividade musical à lógica matemática no contexto educativo.

     

  • Workshop 06 - Ecoprint - interligações entre a Biologia, a Química e as Artes Visuais (grupos 510, 520, 600)

    Célia Ferreira (APECV, Maria do Pilar Rego Costa Carreiro (APPBG), Carla Maria Antunes Marques Pratas (APPBG) e Helena Spencer (APPFQ)

    A oficina de Ecoprint propõe uma abordagem multidisciplinar que integra Artes Visuais, Biologia e Química, permitindo aos alunos do 3º ciclo explorar a impressão botânica de forma criativa. Utilizando folhas e flores, as plantas transferem cores e formas para o papel, sem tintas sintéticas. Esse processo envolve reações químicas naturais, como a interação dos taninos (C₁₄H₁₀O) das plantas com a celulose (CH₁₀O) do papel. O calor e a água quente aceleram a liberação de pigmentos, como as antocianinas (C₁₅H₁₁O), que são absorvidos pelo papel, criando impressões únicas.

    Esta técnica permite estudar a diversidade botânica e as propriedades químicas das plantas, como ácidos e pigmentos naturais. Também facilita a compreensão de processos de oxidação e da interação entre plantas e microrganismos. Além disso, o Ecoprint ajuda a observar adaptações das plantas ao meio e pode ser usado como método de conservação botânica. Criativo, sustentável e educativo, o Ecoprint promove um contacto direto com a natureza, permitindo uma aprendizagem prática sobre os recursos naturais e suas aplicações nas ciências. A partir das impressões obtidas os alunos podem ser criativos e transformar as imagens em belas criações.

  • Workshop 07 – Ondas/Sismos - Geologia e Física na mesma Onda! (grupos 510 e 520)

    Adão Mendes (APPBG) e Ana Carla Campos (APPFQ)

    Esta oficina visa proporcionar um espaço de trabalho e debate entre professores de Física e Química (FQ) e de Biologia e Geologia (BG) em torno do tema das ondas, com foco nas ondas sísmicas — ondas mecânicas, transversais ou longitudinais.

    O objetivo é revisitar com os professores de Geologia os principais conceitos de mecânica ondulatória, apresentando recursos didáticos, tanto em termos de demonstrações laboratoriais, como de animações e simulações, que permitam explorar de forma prática os fenómenos físicos subjacentes.

    Por outro lado, pretende-se que os professores de Física obtenham uma compreensão mais concreta dos conteúdos abordados pelos seus alunos nas disciplinas de Geologia, possibilitando que, ao tratar o tema das ondas no 11.º ano, estabeleçam facilmente conexões com os conteúdos de Geologia lecionados no 10.º ano, reforçando as aprendizagens.

    Em suma, esta oficina formativa procura promover uma partilha recíproca de conhecimentos e práticas entre as duas disciplinas, fomentando sinergias que beneficiem o processo de ensino-aprendizagem dos alunos.

  • Workshop 08 – Exploração de recursos LED - Programação de dispopsitivos (grupos 500 e 510)

    Joaquim Pinto e Marisabel Antunes (APM)

    Os Laboratórios de Educação Digital (LED), são espaços de suporte à aprendizagem e ao desenvolvimento das Aprendizagens Essenciais e das áreas de competências do Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória, enriquecidos com recursos e equipamentos tecnológicos, para serem utilizados no contexto de todas as disciplinas do currículo. No âmbito dos LED, as escolas foram equipadas com estes recursos para criação de Laboratórios de aprendizagem. Assim, esta sessão pretende apoiar e capacitar os docentes para o manuseamento dos referidos equipamentos.

    A formação em competências STEAM para professores é essencial para preparar os alunos para um futuro cada vez mais orientado pela tecnologia. Através desta sessão, pretende-se promover não só a aquisição de conhecimentos técnicos e didáticos, mas também o desenvolvimento de competências fundamentais para o sucesso numa sociedade em constante evolução. A implementação de práticas interdisciplinares que desenvolvam saberes de forma integradas, a par de novas orientações curriculares em vigor, justificam a pertinência desta sessão..

  • Workshop 09 - Matemática nos primeiros anos: da resolução de problemas à criatividade (grupos 100 e 110)

  • Workshop 10 - Um Pedaço de Céu Dentro da Sala: o planetário artesanal enquanto recurso pedagógico na educação pré escolar e no 1.º CEB (grupos 100, 110, 120 e 910)

    Sandra Vasconcelos e Isabel Tomázio Correia (APEI)

    Trazer um pedaço de céu para dentro da sala é abrir espaço para que a curiosidade das crianças encontre o Universo. A astronomia tornase aqui ponto de partida para experiências de investigação, construção e descoberta que aproximam as crianças dos fenómenos celestes e das práticas científicas. Nesta sessão formativa, a exploração do céu – através de luz, sombra, movimento, padrões e modelização – é assumida como oportunidade privilegiada para desenvolver literacia científica desde os primeiros anos, integrando abordagens STEAM acessíveis e significativas.

    A proposta inclui a construção e exploração de um planetário artesanal, permitindo modelizar movimentos celestes com materiais simples e adaptáveis aos diferentes contextos educativos. Articulamse ainda contributos do projeto D.O.M.E desenvolvido com o NUCLIO, que promove ambientes imersivos, experiências de observação e recursos digitais que ampliam as possibilidades de investigação e descoberta.

    Valorizase a criação de ambientes educativos inclusivos, capazes de acolher diferentes ritmos e modos de aprender, promovendo experiências ricas e culturalmente relevantes. A astronomia surge como campo integrador que favorece a observação, o questionamento e a construção de explicações, contribuindo para o desenvolvimento de competências essenciais ao longo da escolaridade. A proposta enfatiza práticas pedagógicas participativas e colaborativas, reforçando o papel da educação científica na construção de futuros sustentáveis.

    Objetivos

    – Explorar fenómenos astronómicos simples – luz, sombra e movimento aparente – através de atividades práticas de observação e experimentação, promovendo curiosidade, investigação e literacia científica;

    – Construir e utilizar um planetário artesanal e outros modelos acessíveis como recursos pedagógicos para apoiar a compreensão de movimentos celestes e a explicação científica em contexto educativo;

    – Planificar e adaptar propostas de astronomia aos diferentes contextos educativos, integrando materiais simples, estratégias inclusivas, recursos digitais e abordagens STEAM que ampliem as possibilidades de participação e descoberta.

    Metodologia:

    A metodologia combina momentos de exploração prática, construção colaborativa e reflexão pedagógica, tendo a astronomia como eixo estruturante. A sessão iniciase com atividades simples de observação e experimentação que permitem explorar fenómenos astronómicos fundamentais – luz, sombra e movimento aparente – utilizando materiais acessíveis e estratégias que favorecem a investigação e o questionamento. Estes momentos práticos são vivenciados pelos participantes como experiências científicas que podem ser transpostas para o contexto educativo.

    Seguese a construção de um planetário artesanal, concebido como recurso pedagógico para apoiar a compreensão dos movimentos celestes. Durante esta etapa, os participantes manipulam materiais, constroem modelos e experimentam diferentes formas de representar fenómenos astronómicos, analisando o potencial didático de cada proposta. A exploração do planetário é acompanhada de momentos de experimentação guiada, nos quais se discutem possibilidades de adaptação a diferentes idades, ritmos e necessidades das crianças.

    A sessão integra ainda a análise de estratégias inclusivas e de abordagens STEAM que valorizam a participação ativa e a construção de explicações científicas. São apresentados exemplos de recursos digitais e ambientes imersivos – incluindo contributos do projeto D.O.M.E – que ampliam as possibilidades de exploração e descoberta, permitindo aos participantes refletir sobre a integração equilibrada entre materiais simples e tecnologias acessíveis.

    Por fim, promovese um momento de reflexão colaborativa, no qual os participantes analisam o potencial pedagógico das atividades vivenciadas e planificam formas de as adaptar aos seus contextos educativos. Este momento inclui a discussão sobre a organização do ambiente de aprendizagem como suporte à investigação científica, reforçando a importância do espaço enquanto elemento que potencia a curiosidade, a autonomia e a construção de conhecimento.

  • Workshop 11 - Passarada: Diálogos transdisciplinares (ensinos básico e secundário)

    Teresa Eça e Leonel Seroto Rocha

    Registos gráficos e ilustração com pigmentos naturais estão na origem das artes visuais, as mãos impressas com terra rica em óxido de ferro nas cavernas pré-históricas, tintas elaboradas com rochas e ossos calcinados nos frescos das pirâmides do Antigo Egipto; os templos budistas na Índia, Tibete e China, as casas pintadas do Sudão, objetos rituais das primeiras nações da América do Norte, dos povos aborígenes da Austrália. Neste workshop vamos explorar a ilustração, com o tema pássaros de Portugal, utilizando materiais minerais e vegetais para servir de base a uma conversa sobre articulações transdisciplinares. 

    Objetivos do Workshop:

    • Refletir sobre articulações transdisciplinares: Explorar estratégias didáticas transdisciplinares através do desenho para promover curiosidade, espírito crítico e consciência ambiental.
    • Propor Soluções Criativas: Estimular os participantes a pensarem e a criarem através de ferramentas e técnicas visuais.

     

    Durante o workshop, os participantes serão incentivados a refletir de um modo dialógico sobre possibilidades transdisciplinares ou de articulação entre diferentes disciplinas. 

Acreditada como ação de curta duração (6 horas), nos termos do Despacho n.º 5741/2015, de 29 de maio